O Protocolo Bluehand é uma série de livros idealizada e de autoria de Eduardo Spohr, conhecido pela autoria de “A Batalha do Apocalipse”, Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Deive Pazos (Azaghâl). A idéia do Protocolo surgiu como brincadeira no site Jovem Nerd, comandado por Alexandre e Deive, como referência ao amigo de codinome Bluehand e seu vasto conhecimento sobre uma grande variedade de assuntos. Logo tais conhecimentos viraram um série de tirinhas que relatavam a invasão de zumbis e o acionamento do protocolo Bluehand.
Apesar de parte do protocolo Bluehand: Zumbis, já ter sido divulgado, o primeiro livro publicado da série foi a edição Alienígenas. Eduardo Spohr ficou encarregado de passar todo o conhecimento de BLuehand na forma de texto, sob a supervisão atenta do Jovem Nerd e Azaghâl.
Realidades paralelas, déjà vu, efeito borboleta e sonhos; temas abordados em muitos filmes e séries de diversas maneiras explorando a existência da humanidade. A comparação com qualquer roteiro que aborde esses assuntos é inevitável e por isso os roteiristas devem ser muito cautelosos.
Awake, nova série da NBC, tem uma premissa interessante que mistura todos esses elementos. Michael Britten (Jason Issacs, mais conhecido pelo papel de Lúcio Malfoy) é um detetive que sofre um acidente de carro com a sua família, esposa e filho. Esse evento resulta em uma mudança drástica na vida de Britten que passa a alternar sua rotina entre dois universos distintos.
A temporada do American Idol desse ano chegou a sua fase de Live Shows e a partir dessa semana os candidatos passam a enfrentar o voto do público. Depois de ter me desapontado com os participantes do ano passado, os finalistas desse ano me agradaram.
Com a novidade da adição de um finalista na hora do show dessa semana serão 25 finalistas que terão o futuro decidido pelo público. Dentre os 24 já definidos muitos chamam atenção pela capacidade de cantar, mas como o vencedor raras vezes é definido apenas no talento vocal o que vale mais é a empatia.
Pessoalmente já tenho alguns que me chamaram a atenção: (mais…)
Banksy é o pseudônimo de um artista de rua britânico famoso por suas obras de grafite encontradas em grande número na cidade de Bristol, Inglaterra, além de outras cidades do mundo todo. Como boa arte de rua, as obras de Banksy são carregadas de críticas sociais e políticas, contra o autoritarismo e poder. Essas críticas sempre são acompanhadas por um toque de humor negro e sarcástico. (mais…)
Filmes como O Estranho Mundo de Jack (Nightmare Before the Christmas) e A Noiva Cadáver (Corpse Bride) tornaram Tim Burton mundialmente famoso por levar um lado sombrio a filmes que utilizam técnicas de stop-motion. Ao assistir o curta O Gato com Mãos (The Cat With Hands) curta metragem que conta a lenda de um gato que possuia mãos humanas e vivia dentro de um poço, a primeira impressão é de semelhanças entre os dois diretores e seus personagens. Contudo, um olhar mais profundo demonstram que as semelhanças entre os dois limitam-se ao uso de técnicas de stop-motion e o lado sombrio na elaboração de seus roteiros e personagens.
Escher foi um artista gráfico Holandês conhecido por explorar a capacidade de gerar ilusões de ótica em seus trabalhos. Sua obra muitas vezes é classificada nas fases de: (i) Paisagem, (ii) Metamorfoses, (iii) Perspectivas e (iv)Aproximação do infinito. Contudo, essa classificação, com exceção da fase de paisagem, é subjetiva uma vez que várias obras possuem características de mais de uma fase, além de outras que possuem características marcantes de uma fase terem sido concebidas na realidade em outra fase.
Por esse motivo ao invés de classificar o conjunto da obra de Escher é mais fácil identificar as características que o autor gostava de trabalhar. Após um período inicial da sua carreira retratando paisagens da região da Itália, suas obras passaram a incorporar elementos que se afastavam da realidade para causar as ilusões de ótica, principal característica de seu trabalho.
Sempre ouvi falar do uso do Last.fm para ouvir as rádios do site e assim nunca me interessei, por já utilizar serviços que considero melhor como o Grooveshark. Mas após descobrir o uso do scrobbler para compartilhar o que está sendo executado no seu player passei a utilizá-lo como rede social musical em meados de Agosto.
Nesses quase 4 meses o scrobbler para Clementine e para navegador captou todas as músicas que ouvi e compartilhou para minha rede de amigos. A amostra foi bem pequena e o resultado foi uma primeira página que descreve bem meu gosto musical: uma mistureba, generalizada, dominada por participantes de reality shows musicais. Uma pequena amostra disso segue abaixo com algumas estatísticas do ano no Last.fm.
Depois de ver um artigo que equivocadamente chama as músicas natalinas de maldição no site da Veja (veja a matéria aqui) resolvi comemorar e desejar feliz Natal a todos com uma playlist de contra exemplo para que a Mariana Zylberkan que escreveu a matéria veja que as músicas natalinas e seus arranjos e interpretações podem ser extremamente agradáveis.
Playlist:
Alexandra Burke – All I Want To Christmas is You)
Ellie Goulding – Have Yourself a Merry Little Christmas
David Cook – Happy Christmas (Was is Over)
Johnny Cash – I’ll be Home For Christmas
Little Mix – Silent Night
Carrie Underwood – Oh Holy Night
Amy Winehouse – I Saw Mummy Kissing Santa Claus Last Night
Joss Stone – White Christmas
Josh Krajcik – Please Come Home for Christmas
Em meados do ano passado ouvi pela primeira vez uma cantora britânica promissora com um timbre de voz de certo modo “ordinário” demonstra um talento incrível com uma interpretação capaz de mover até o mais insensível dos ogros.
A “ordináriedade” da cantora está no fato de ser alguém com quem o ouvinte pode se identificar. O timbre de voz, a maneira de se vestir, o fatos de não se enquadrar no senso comum de beleza e a maneira de cantar sem se importar com notas alcançadas ou se a música vai ser hit, torna Adele uma pessoa que pode ser vista como uma outra qualquer e que talvez você encontraria na praça da sua cidade cantando.
O que projetou ela para o mundo foi o talento. Mesmo de maneira despretenciosa, suas músicas, marcadas característica de contadora da sua estória, exploram o talento vocal da cantora e de sua capacidade de mover as pessoas.
Sou um grande fã de reality shows musicais e sinto falta de um programa de qualidade no gênero no Brasil (na minha opinião o único bom foi Fama). Entre os diversos existentes o formato que mais me agrada é o X Factor e assim a maior parcela da população do Reino Unido acompanho todo ano o X Factor UK.
Esse ano o programa contou com uma grande renovação e perdeu popularidade no país, mas ainda assim foi uma grande competição que corou hoje o primeiro grupo a vencer o programa: as Little Mix. Particularmente não eram minhas favoritas no início do programa e nunca gostei muito dos grupos que participam da competição. Porém ao longo do programa as garotas tiveram uma jornada incrível, com grande crescimento e conquistaram minha torcida.